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Carta aberta dos editores do feirahippie.com aos colegas da Comissão Paritária e a todos os feirantes

Um colega da Comissão Paritária nos perguntou qual é a nossa opinião sobre o que negociar com a Prefeitura quanto à feira no domingo de Carnaval. Há duas saídas na mesa: manter a data e o local com uma feira reduzida ou trocar esse domingo por algo que nos interesse mais, como uma feira em outra data. Nossa resposta é esta: defendemos a troca. Mas não qualquer troca. Explicamos abaixo por quê.

O que aprendemos em fevereiro

Em fevereiro escrevemos aqui que a convivência entre Feira e Carnaval é complexa e que o caminho seria o diálogo. Continuamos pensando assim. Aquele domingo teve pontos positivos: não houve incidentes, os sanitários funcionaram bem e muitos expositores venderam mais do que esperavam. Também deixou claro o que não funciona. Setores inteiros, como flores, decoração, brinquedos, enxovais e móveis, praticamente não foram à avenida. A saída do trânsito foi difícil. E o público do dia, na maior parte, não era o público que vai à feira para comprar.

Os números mostram o tamanho do problema. No Carnaval, menos de 30% dos expositores montam suas barracas. Pelas nossas estimativas, a feira gera nesse dia menos de 20% da renda de um domingo comum. Não é culpa de ninguém. São dois grandes eventos disputando o mesmo espaço, com públicos que buscam coisas diferentes.

Por que a feira reduzida não resolve

A feira reduzida foi apresentada e toda tentativa de conciliação merece respeito. Mas, como mudar de local não é uma opção, a feira reduzida continuaria no mesmo lugar, no mesmo dia e no meio da mesma multidão. Os problemas centrais continuariam: logística, acesso e estacionamento, segurança, sanitários, limpeza e um público que não veio para comprar. A feira apenas ficaria menor e ainda surgiria uma pergunta difícil: quem entra e quem fica de fora? Lista prévia, sorteio, rodízio ou critério por setor?

Há ainda a questão da divulgação. Investir para anunciar uma feira de artesanato no único fim de semana em que o Carnaval domina a atenção de todo o país é remar contra a maré. No fim, fica a pergunta: que ganho real isso traz para nós? Até agora, não encontramos uma boa resposta.

A alternativa: o feriado de 8 de dezembro

Durante as conversas que garantiram a feira no Carnaval passado, uma ideia nos pareceu promissora: uma feira especial no feriado municipal de 8 de dezembro. A data abre a semana em que Belo Horizonte comemora seu aniversário, em 12 de dezembro. Hoje estamos convencidos de que essa é a melhor troca possível, por vários motivos.

Quem mora aqui fica na cidade. Um feriado municipal não costuma esvaziar Belo Horizonte como um feriadão nacional. Então, para quem fica, a feira é um passeio simples e agradável para uma parte do dia.

Os vizinhos podem vir. Nas cidades da Região Metropolitana, 8 de dezembro normalmente é dia comum. Com boa divulgação, a feira pode atrair quem trabalha ou mora perto.

O Natal está chegando. A pouco mais de duas semanas do Natal, a feira oferece o que muita gente procura nessa época: presentes, decoração e produtos exclusivos, feitos à mão e por pequenos produtores.

Um novo público. Muita gente não vai à feira porque o domingo é o dia da família. Uma feira em dia útil alcança essas pessoas sem disputar o almoço de domingo.

Tradição e cidade combinam. A Feira Hippie existe desde 1969 e faz parte da memória afetiva de Belo Horizonte. Abrir a semana do aniversário com ela é um encontro natural. Com a promoção adequada, os dois podem virar um atrativo turístico da cidade.

E se cair numa segunda-feira?

Essa dúvida é legítima, porque o dia da semana muda a cada ano. Fizemos as contas. De 2026 a 2040, o dia 8 de dezembro cai em segunda-feira só duas vezes (2031 e 2036). E em domingo apenas uma vez, em 2030.

Mesmo num dia fraco, a conta tende a favorecer a troca. Se a feira de dezembro reunir 60% dos expositores (e acreditamos que reunirá mais), a expectativa de receita já supera a de três feiras de Carnaval somadas. E em 2030, quando a data cair num domingo, a feira terá sentido duplo, comemorativo e regular. Perderemos um domingo no ano, mas essa perda é compensada com folga pelo que deixaremos de perder nos Carnavais.

São estimativas e dizemos isso com franqueza. Só a repetição da feira vai trazer números confiáveis. Mas a lógica é clara: uma primeira edição boa leva a uma segunda melhor e o interesse cresce a cada ano.

Não é uma feira extra, é um produto turístico

Se for apenas mudar a feira de dia, faremos uma troca burocrática e perderemos a oportunidade. O que propomos é outra coisa: uma edição comemorativa oficial, com nome, conceito e identidade próprios desde o primeiro ano. Um evento que una tradição, presente e pertencimento, com uma mensagem que qualquer pessoa entende:

Belo Horizonte faz aniversário. A festa começa na Feira Hippie.

Há ainda uma vantagem estratégica. No Carnaval, disputamos a atenção do país inteiro e perdemos. Em dezembro, teremos uma história só nossa para contar.

O que precisa estar no acordo

Para nós, a troca só vale se vier acompanhada de compromissos claros:

  • Ato formal da Prefeitura criando a edição e registrando a troca, para que ela não dependa de boa vontade de ocasião.
  • Inclusão no calendário turístico oficial da cidade, com a participação da Belotur.
  • Divulgação institucional com antecedência e de forma consistente: imprensa, redes sociais, hotéis, agências e os canais da própria Prefeitura.
  • Planejamento da logística feito em conjunto com a Comissão Paritária: trânsito, limpeza, sanitários e segurança.
  • Continuidade garantida. Nenhuma tradição nasce em um ano. Propomos um compromisso mínimo de algumas edições antes de qualquer avaliação definitiva.
  • Critérios de avaliação combinados desde o início: adesão de expositores, público estimado, origem dos visitantes e percepção de vendas.

Temos com quem conversar

A Prefeitura demonstrou interesse e está aberta a nos ouvir. Isso é uma oportunidade e oportunidades pedem preparo. Se levarmos à mesa um plano bem-feito e pessoas qualificadas para discuti-lo com os técnicos do município, temos boas chances de construir um bom projeto. A Comissão Paritária, as associações e os próprios feirantes precisam participar desde já. Não vamos à mesa apenas para dizer “sim” ou “não”. Vamos para apresentar uma proposta.

Para terminar

Em mais de meio século, a Feira Hippie já atravessou mudanças de endereço, de governo, de moda e de layout. Ela sobreviveu porque os feirantes sempre souberam ler o momento e se adaptar sem perder a identidade.

Este é um desses momentos. Podemos continuar disputando, ano após ano, um domingo que nos dá pouco e nos cobra muito. Ou podemos trocá-lo por uma data que seja nossa, com identidade, divulgação e futuro.

O Carnaval já tem a sua festa. Está na hora de a Feira Hippie ter a dela.

Cleuza Soares e Carlos Soares,  editores do feirahippie.com

Quem frequenta a Feira Hippie aos domingos já pode esperar uma novidade importante a partir de julho. Entrarão em operação os novos módulos sanitários hidráulicos que atenderão visitantes e feirantes ao longo da Av. Afonso Pena e também no Parque Municipal. A mudança traz mais conforto, acessibilidade e melhores condições de higiene para todos que fazem parte da melhor feira de artes, artesanato e variedades da América Latina.

A partir de julho, a Feira Hippie de Belo Horizonte passará a contar com novos módulos sanitários hidráulicos, trazendo mais conforto, higiene e acessibilidade para visitantes e feirantes.

Ao todo, serão sete módulos: seis instalados ao longo da Feira Hippie e um no Parque Municipal. As novas estruturas são do tipo contêiner hidráulico, com isolamento térmico e acústico, ligação direta às redes de água e esgoto, ventilação e iluminação naturais e pias coletivas equipadas com sabonete líquido, papel toalha e álcool em gel, mantendo as facilidades já oferecidas atualmente. Como novidade, os módulos contarão com portas dotadas de indicador visual de livre e ocupado, proporcionando mais praticidade aos usuários, além do sistema de fechamento utilizado para controle operacional.

Serão utilizados três tipos de módulos:

Uso Geral – conta com 14 cabines sanitárias individuais, equipadas com vaso sanitário, descarga hidráulica e lixeiras (4 módulos).

Fraldário – Uso Geral – possui 12 cabines sanitárias e um espaço de fraldário, equipado com bancada para troca de bebês, pia e itens de higiene (1 módulo).

PCD – Uso Geral – reúne nove cabines convencionais e uma cabine acessível para pessoas com deficiência, atendendo às normas de acessibilidade e oferecendo espaço adequado para usuários de cadeira de rodas (1 módulo).

Além da instalação das estruturas, o contrato inclui limpeza, manutenção, reposição de materiais de higiene e acompanhamento durante todo o período de funcionamento dos sanitários.

Os módulos da Feira Hippie estarão distribuídos nos seguintes pontos:

  • Rua dos Carijós, 218;
  • Avenida Afonso Pena, 796;
  • Avenida Afonso Pena, 1110;
  • Avenida Afonso Pena, 1270;
  • Avenida Afonso Pena, 1500;
  • Avenida Afonso Pena, 1580.

No Parque Municipal Américo Renné Giannetti, o módulo do tipo 2 será instalado na Alameda dos Brinquedos.

A empresa Foco Montagens, Locações e Serviços foi a vencedora da licitação e assumirá a prestação dos serviços pelo período inicial de um ano, podendo haver renovações futuras, conforme o interesse do Município.

Desejamos boas-vindas à nova prestadora de serviços e que esta parceria seja marcada pela qualidade do atendimento, pela boa convivência com feirantes e visitantes e pelo compromisso com a manutenção de um ambiente limpo e acolhedor para todos.

Também registramos nosso agradecimento à empresa que esteve conosco nos últimos seis anos. Apesar das dificuldades naturais de uma operação que atende milhares de pessoas todos os domingos, o saldo do trabalho realizado foi positivo e merece nosso reconhecimento.

Melhorias na infraestrutura da Feira Hippie representam mais conforto para quem trabalha, expõe e visita este importante patrimônio cultural e turístico de Belo Horizonte.

O domingo de Carnaval aconteceu. E aconteceu com significado.

Alguns setores – especialmente os de produtos maiores, como arranjos florais, decoração, brinquedos, enxovais e mobiliário – tiveram baixa presença. Já vestuário, bijuterias, complementos, bolsas, calçados e alimentação compareceram em número razoável, algo em torno de 40%. Houve público. E, para muitos, as vendas superaram as expectativas.

A organização foi aceitável. Não houve incidentes de segurança, os sanitários estavam limpos e bem atendidos. A saída do trânsito poderia ter sido melhor coordenada, é verdade – embora dificuldades semelhantes tenham sido registradas em outros pontos da cidade, como na “Marinada”, no entorno do Mineirão, onde veículos e multidões também interagiram de forma pouco segura.

A convivência entre Feira Hippie e Carnaval é, sim, complexa. Envolve segurança, mobilidade, fiscalização, logística de blocos e impactos econômicos diferentes conforme o setor. Não gera renda para todos os feirantes da mesma forma. Ao mesmo tempo, é inegável a importância econômica e turística que o Carnaval alcançou para Belo Horizonte nos últimos anos.

A importância da Feira Hippie também é de conhecimento amplo. São décadas de história, trabalho, cultura e geração de renda.

Diante desse cenário, nós – como editores deste site e participantes atentos da vida da feira – acreditamos que há espaço para uma saída negociada, construída de boa-fé entre feirantes e administração do Carnaval, especialmente Belotur e Secretaria Municipal de Política Urbana.

O recente episódio em que se tentou cancelar a feira sem o devido diálogo mostrou dois fatos importantes: primeiro, que decisões precipitadas não ajudam ninguém; segundo, que a reação organizada e inteligente dos feirantes é capaz de produzir resultados. Houve recuo. Houve manutenção da feira. Isso demonstra que o caminho do diálogo é possível.

E, se é possível, precisa começar já, pensando no Carnaval de 2027.

Durante as conversas que mantiveram a feira no dia 15/02, uma ideia nos chamou atenção pela possibilidade de gerar ganho coletivo: a realização de uma feira especial de aniversário de Belo Horizonte, em 8 de dezembro, feriado municipal. Uma edição comemorativa oficial, vinculada ao aniversário da cidade, pode ser viável – desde que haja compromisso claro com:

• divulgação institucional antecipada e consistente;
• inserção formal no calendário turístico;
• planejamento logístico adequado;
• e continuidade nos anos seguintes, caso a experiência seja positiva.

Desde a primeira edição, precisaria nascer com nome, conceito e identidade próprios. Não como “mais uma feira”, mas como um produto turístico da cidade – algo que una tradição, presente e cidadania.

Um exemplo simples de conceito: “Belo Horizonte faz aniversário e a Feira Hippie faz a festa.”

É apenas uma ideia entre outras que certamente podem surgir da Comissão Paritária, das associações, dos feirantes e da própria administração.

A questão central, ao nosso ver, é esta: a feira não é um problema a ser contornado. É um ativo turístico pronto, consolidado, que precisa ser respeitado, valorizado e melhor integrado ao planejamento da cidade.

Disposição para dialogar e resolver problemas nunca faltou à feira. Que também não falte disposição institucional para construir soluções equilibradas.

Seguimos atentos, abertos ao debate e confiantes de que tradição e desenvolvimento podem caminhar juntos – quando há respeito e planejamento.

 

Análise semântica das modificações – referentes à Feira Hippie – introduzidas no Decreto 16.885, que dispõe sobre a organização da Secretaria Municipal de Política Urbana, pelo Decreto 18.099 de 21/09/22:

  1. A nova Diretoria de Licenciamento de Atividades em Propriedade e Complementares de Posturas foi instituída com competência e atribuições expressivas de coordenação e administração da Feira Hippie;
  2. Licenciamento, licença, atividade, exercício e posturas, associadas ou não a processo, análise, controle e aprimoramento, são as palavras mais usadas no texto do decreto que criou a nova Diretoria de Licenciamento;
  3. A Feira Hippie, pela expressão Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte, está presente no caput do artigo e em cinco dos nove itens que instituem a competência e as atribuições da nova Diretoria de Licenciamento;
  4. Da Diretoria de Licenciamento foi retirada a atribuição de promover reuniões “da Comissão Paritária… das feiras permanentes”, no sentido amplo e genérico, mantendo-se a atribuição de promover reuniões, exclusivamente, da Comissão Paritária da Feira Hippie;
  5. Da Gerência da Feira, artigo 67-H, foi retirada a atribuição de organizar feiras, no sentido amplo e genérico, mantendo-se a atribuição de organizar, exclusivamente, a Feira Hippie;
  6. Foi introduzida a expressão “realizar o licenciamento” no Item II do artigo 67-H.

COMPARATIVO DA SITUAÇÃO ANTERIOR X SITUAÇÃO ATUAL
Decreto 17.843, de 14/01/22 x Decreto 18.099, de 21/09/22

Grifos e negritos do editor

 

CAPÍTULO XVII-A
DA DIRETORIA DE SERVIÇOS URBANOS
Seção VII
Da Diretoria de Licenciamento de Atividades em Propriedade e Complementares de Posturas

Art. 84-A – A Diretoria de Serviços Urbanos tem como competência coordenar as atividades em logradouros públicos com objetivo de inclusão produtiva, com atribuições de:
Art. 67-E – A Diretoria de Licenciamento de Atividades em Propriedade e Complementares de Posturas tem como competência coordenar o processo de licenciamento de atividades econômicas, de engenhos de publicidade, e demais licenças complementares a atividades econômicas em propriedades, bem como do exercício de atividades na Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte, com atribuições de:

I – coordenar as políticas de fomento e de oportunidade para exercício de atividades em logradouro público e ocorrência de feiras;
I – coordenar o processo de análise e emissão de licenças para exercício de atividades econômicas na propriedade e de licenças complementares de posturas;

II – coordenar interfaces e parcerias com organizações governamentais e não governamentais, agentes públicos e privados para impulsionar a utilização de espaços públicos e privados para atividades de inclusão produtiva;
II – coordenar os processos de licenciamento para o exercício de atividades na Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte;

III – orientar e implementar metodologias necessárias ao desenvolvimento de projetos e programas estratégicos à inclusão produtiva nas questões afetas à política urbana;
III – gerir a regulação e o controle urbano, por meio do controle do exercício de atividades econômicas em propriedade;

IV – aprovar e estabelecer parâmetros de gestão de feiras permanentes e centros de comércio popular focados na inclusão produtiva;
IV – prestar apoio técnico a responsáveis técnicos e a munícipes sobre o exercício de atividades econômicas, licenças complementares de posturas e exercício de atividades na Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte;

V – prestar apoio técnico a responsáveis técnicos e a munícipes em matéria de exercício de atividades em logradouro e exercício de atividades em feiras;
V – orientar a interface entre órgãos municipais para o licenciamento e controle do exercício de atividades econômicas e licenças complementares de posturas;

VI – coordenar os procedimentos relativos aos chamamentos públicos para o licenciamento das atividades de sua competência em logradouro público e das feiras;
VI – coordenar os procedimentos relativos aos chamamentos públicos para o licenciamento das atividades de sua competência;

VII – coordenar a gestão dos expositores e empreendedores populares e verificar o cumprimento da regulamentação e das condições de funcionamento;
VII – coordenar a aplicação e o aprimoramento das normas de licenciamento de sua competência dentro de critérios de manutenção da harmonia e do equilíbrio do espaço urbano, de acessibilidade universal e de segurança;

VIII – aprovar e estabelecer parâmetros de gestão da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte, focados na inclusão produtiva;

VIII – promover reuniões da Comissão Paritária, com representantes do Poder Executivo e dos membros eleitos pelos expositores, para a apresentação de soluções e propostas para melhorias do funcionamento das feiras permanentes.
IX – promover reuniões da Comissão Paritária da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte, com representantes do Poder Executivo e dos membros eleitos pelos expositores, para a apresentação de soluções e propostas para melhorias do funcionamento da feira.

 

Seção II
Da Gerência da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte
Subseção III
Da Gerência da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte

Art. 84-C – A Gerência da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte tem como competência organizar o exercício das atividades da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte e feiras em logradouro público, em conformidade com as posturas municipais, com atribuições de:
Art. 67-H – A Gerência da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte tem como competência organizar o exercício das atividades da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte, com atribuições de:

I – elaborar e propor parâmetros de gestão da de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte focados na inclusão produtiva;
I – elaborar e propor parâmetros de gestão da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte focados na inclusão produtiva;

II – organizar as autorizações para exercício da Feira em logradouro público;
II – organizar as autorizações e realizar o licenciamento para exercício da feira;

III – realizar os procedimentos relativos aos chamamentos públicos para o licenciamento da Feira no logradouro público;
III – realizar os procedimentos relativos aos chamamentos públicos para o licenciamento da feira;

IV – organizar dados e cadastros dos trabalhadores que exercem atividades na Feira e monitorar as condições de licenciamento;
IV – organizar dados e cadastros dos trabalhadores que exercem atividades na feira e monitorar as condições de licenciamento;

V – realizar a gestão dos expositores e empreendedores populares e verificar o cumprimento da regulamentação e das condições de funcionamento da Feira;
V – realizar a gestão dos expositores e empreendedores populares e verificar o cumprimento da regulamentação e das condições de funcionamento da feira;

VI – gerenciar a logística e a infraestrutura, necessárias à ocorrência da Feira no que concerne à SMPU prover;
VI – gerenciar a logística e a infraestrutura, necessárias à ocorrência da feira no que concerne à SMPU prover;

VII – organizar as reuniões da Comissão Paritária, com representantes do Poder Executivo e dos membros eleitos pelos expositores, para a apresentação de soluções e propostas para melhorias do funcionamento da Feira.
VII – organizar as reuniões da Comissão Paritária, com representantes do Poder Executivo e dos membros eleitos pelos expositores, para a apresentação de soluções e propostas para melhorias do funcionamento da feira.




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